LP TV · BY LUÃ PALÁCIOno ar

Você conhece a música,
eu conto a história!

Histórias, eras, bastidores e curiosidades da música brasileira e internacional.

LP TV sempre por perto

Use o logo da LP TV para voltar direto ao site. A adição precisa ser confirmada por você.

Programação · finais de semana
Siga a página e acompanhe a próxima história.
SUA TV ON-LINE

LP TV CANAL 1 · Especial BTS

LP TV

Especial BTS · programação contínua com vinhetas da LP TV.

Espelhe a LP TV pelo sistema do aparelho; depois, toque em Tela inteira no canal escolhido.

LP TV · CANAIS 1, 2 E 3

Espelhe a LP TV na TV

Use o recurso de espelhamento do aparelho para mostrar o site na TV. Depois, deixe o canal escolhido em tela inteira:

  1. iPhone: abra a Central de Controle, toque em Espelhamento da Tela e selecione a TV.
  2. Android: abra o painel rápido e toque em Transmitir ou Smart View.
  3. Computador: no Chrome, abra o menu ⋮, escolha Transmitir e selecione a aba da LP TV.

A transmissão é iniciada nos controles do aparelho ou navegador. Deixe a LP TV aberta e coloque o canal escolhido em tela inteira. Aparelho e TV precisam ser compatíveis; para AirPlay ou Cast, conecte-os à mesma rede Wi-Fi.

Achados LP TV

RADAR LP TV

Ver todas

UNIVERSOS LP TV

Logo Rádio LP TV
Rádio LP TV

Ouça a Rádio LP TV enquanto navega

Esquenta 10.10, Festival Lojas Oficiais da Shopee

Acesse a loja e aproveite promoções com cupons de até 70% de desconto.

Confira regras, validade e disponibilidade dos cupons na Shopee.
Logo da Mini Pops, parceira da LP TV

Mini Pops: aproveite 10% de desconto nos mini pops da Madonna.

Peça no Instagram e diga que veio pelo vídeo da Madonna da LP TV.
Logo Rádio LP TV
Sua companhia musicalRádio LP TVDê o play e continue navegando.
Abrir no YouTube ↗

LP TV apresenta · Top 10 Nacional

Hits do Top 10 Nacional

Esta playlist reúne todas as músicas dos Top 10 nacionais transmitidos semanalmente na LP TV. Ouça os hits que passaram pelo programa, em um só lugar.

Abrir playlist no Spotify
BTS em registro de arquivo de 2019.
Música · Bastidores · Premiações

BTS além das fronteiras: por que o grupo decidiu ficar fora do Grammy 2027

Com uma trajetória que levou a música sul-coreana ao centro do pop mundial, o BTS questiona os limites do reconhecimento por região e idioma. Às vésperas do reencontro com os fãs brasileiros, a decisão abre uma conversa que vai além da premiação.

Leia a matéria
Retrato de Lucian Piane publicado em 2009, com o rosto apoiado na mãoLP TV
Cultura Pop · Música · Televisão

Lucian Piane: o produtor por trás dos hits de RuPaul que terminou a carreira cercado de polêmicas

Compositor ligado à identidade musical de Drag Race morreu aos 46 anos. Sua trajetória também foi marcada por declarações políticas e publicações discriminatórias.

Leia a matéria
Rio de Janeiro
Turismo · Brasil

Rio de Janeiro: a viagem fica melhor quando sobra tempo para viver a cidade

Praia, paisagem e cultura dividem o roteiro. O segredo é escolher o que importa e evitar atravessar a cidade o dia inteiro.

Leia a matéria
São Paulo
Turismo · Brasil

São Paulo: uma cidade para conhecer pela arte, pela música e pela mesa

Museus, bairros e gastronomia fazem da capital uma viagem que pode mudar de assunto a cada dia.

Leia a matéria
João Pessoa
Turismo · Brasil

João Pessoa: praia e história no mesmo roteiro, com espaço para desacelerar

A capital paraibana combina orla, patrimônio e comida regional. Cinco dias permitem conhecer sem correr.

Leia a matéria
Porto de Galinhas
Turismo · Brasil

Porto de Galinhas: a maré faz parte do roteiro e do planejamento

Piscinas naturais e praias estão no centro da viagem. Escolher bem a hospedagem e o transporte evita gastos que passam despercebidos.

Leia a matéria
Maceió
Turismo · Brasil

Maceió: o mar chama, mas a cidade também merece entrar na viagem

Praias urbanas, artesanato e sabores alagoanos ajudam a montar um roteiro que vai além de excursões.

Leia a matéria
Casario colorido do Pelourinho, em Salvador
Turismo · Brasil

Salvador em três dias: uma viagem entre o som da rua, o dendê e o mar

História, praia e comida baiana dividem o roteiro. A ideia é conhecer cada região com tempo para viver a cidade.

Leia a matéria
Estufa do Jardim Botânico de Curitiba
Turismo · Brasil

Curitiba em três dias: parques, arte e boas pausas pelo caminho

Um roteiro de parques, museus e mercados para descobrir Curitiba sem transformar a viagem numa maratona.

Leia a matéria
Vista panorâmica das Cataratas do Iguaçu
Turismo · Brasil

Foz do Iguaçu em três dias: as Cataratas são só o começo

Natureza e engenharia se encontram em um roteiro de três dias, com tempo para aproveitar cada passeio.

Leia a matéria
Roma
Turismo · Exterior

Roma: entre ruínas, fontes e uma mesa que conta histórias

A capital italiana pede caminhada, reservas bem escolhidas e tempo para apreciar o que aparece pelo caminho.

Leia a matéria
Paris
Turismo · Exterior

Paris: os clássicos merecem a visita, as pausas fazem a viagem

Torre Eiffel, museus e bairros entram no roteiro. Caminhar e comer bem também precisam de espaço na agenda.

Leia a matéria
Buenos Aires
Turismo · Exterior

Buenos Aires: uma viagem de cafés, livrarias e bairros com personalidade

A capital argentina combina cultura e gastronomia, mas os custos pedem uma pesquisa atualizada.

Leia a matéria
Santiago
Turismo · Exterior

Santiago: uma capital para ver do alto e conhecer caminhando

Cerros, bairros e comida chilena formam uma boa primeira viagem. Montanha e neve precisam de planejamento separado.

Leia a matéria
Lisboa
Turismo · Exterior

Lisboa: miradouros, fado e uma viagem que também acontece à mesa

Alfama, Belém e a paisagem do Tejo ajudam a montar um roteiro de cinco dias sem transformar tudo em correria.

Leia a matéria
Taylor Swift em cena de Patient Zero, diante do espelhoLP TV
Taylor Swift · Música e histórias

Patient Zero: Taylor Swift transforma uma conversa entre amigas em um novo número 1

A nova música chegou ao topo das paradas nos Estados Unidos e no Reino Unido. Por trás dos números, há uma história sobre encontrar compreensão em quem já passou por uma situação parecida.

Leia a matéria
Pitty cantando ao microfone sob iluminação roxaLP TV
Pitty · Rock brasileiro

Pitty: a voz que saiu da Bahia e encontrou a nossa história

Antes dos grandes palcos, dos prêmios e dos refrões que atravessaram gerações, havia uma menina descobrindo na música um jeito de entender o mundo. A trajetória de Pitty passa pelas raízes baianas, pela força da cena independente e pela coragem de sustentar a própria voz.

Leia a matéria
Os quatro integrantes do Creed em foto oficial de divulgação
Rock · Cultura digital

Por que o Instagram está insistindo em “Higher”, do Creed?

Uma falha nas sugestões dos Stories colocou “Higher”, de 1999, de volta à conversa. Entenda o que aconteceu.

Leia a matéria
Close de um disco de vinil preto tocando, com etiqueta rosa pálida e agulha sobre o sulco
Música & cultura

O vinil voltou. E a geração Z tem muito a ver com isso

A geração Z está descobrindo no vinil outra relação com a música. O que explica esse encontro entre gerações?

Leia a matéria
Os cinco integrantes dos Backstreet Boys em fotografia de divulgação
Backstreet Boys

A era Millennium ainda não terminou

Os Backstreet Boys reencontram o público alemão e celebram as músicas que marcaram a era Millennium.

Leia a matéria
Madonna durante a apresentação no VMA
Madonna

Madonna vence sete prêmios no VMA

Sete prêmios e uma apresentação para guardar na memória. A noite de Madonna no VMA, pelo olhar da LP TV.

Leia a matéria
Madonna com dançarinos em cena da era Confessions
Madonna

No VMA 2026: a era Confessions está de volta

Música, memória e a conexão com Madonna: um olhar da LP TV sobre a era Confessions e sua presença no VMA.

Leia a matéria
Os quatro integrantes do Creed em foto oficial de divulgação
Rock · Cultura digital

Por que o Instagram está insistindo em “Higher”, do Creed?

Tu vai postar um Story e lá está ela de novo. Uma falha nas recomendações do Instagram colocou o hit de 1999 no meio de uma conversa bem atual.

Tu escolhe uma foto, abre a opção de música e o Instagram parece ter uma ideia fixa: colocar Creed na trilha sonora. Se Higher anda aparecendo nas tuas sugestões de Stories, essa situação também foi relatada por outros usuários.

O Instagram reconheceu o problema

Segundo a Loudwire, em matéria publicada nesta sexta-feira, 9 de outubro, usuários vinham relatando a repetição da faixa nas sugestões. Em resposta à CNN, um porta-voz do Instagram confirmou que a música estava sendo recomendada para mais pessoas do que o previsto e informou que a plataforma continuava investigando.

O motivo específico dessa repetição ainda não foi explicado no relato consultado. Então, por enquanto, vale separar as coisas: a recomendação excessiva foi reconhecida, mas isso não comprova uma campanha paga da banda nem permite chamar Higher de música mais viral do momento.

Antes dos Stories, um refrão de 1999

Mas tem uma história musical por trás dessa insistência. Higher faz parte de Human Clay, segundo álbum do Creed, lançado em 1999. A faixa ajudou a levar a banda para além do público do rock e chegou ao sétimo lugar da Billboard Hot 100. O álbum estreou em primeiro na Billboard 200.

Pra quem viveu aquela virada dos anos 1990 para os 2000, basta a guitarra começar para reconhecer o clima. A voz de Scott Stapp, o peso da banda e aquele refrão que parece pedir volume alto continuam sendo o centro da experiência. Se tu ainda não ligou o nome à música, dá o play:

Assistir ao clipe oficial no YouTube ↗

Uma música antiga, um encontro novo

Essa situação abre uma conversa interessante sobre como a gente encontra música hoje. Uma sugestão no celular pode colocar uma faixa de décadas atrás diante de alguém que nunca ouviu o álbum. Para outra pessoa, a mesma música pode trazer uma lembrança inteira de volta.

Isso é uma possibilidade de descoberta, não uma medida do impacto deste caso. Sem dados confiáveis sobre a repercussão, não dá para transformar os relatos em um recorde de audiência.

A curiosidade começou com uma falha do Instagram, mas também serve de convite para ouvir a música fora daquela lista de sugestões. Tu lembra de Higher daquela época ou conheceu o Creed mais recentemente? Aqui na LP TV, essas histórias também continuam nas memórias de quem ouve.

Fontes e referências

Apuração consultada em 9 de outubro de 2026. As observações sobre memória e descoberta musical são interpretações editoriais da LP TV.

Deixe seu comentário

O Instagram também está te sugerindo Higher? Conta aqui!

← Voltar ao Radar LP TV
Close de um disco de vinil preto tocando, com etiqueta rosa pálida e agulha sobre o sulco
Música & cultura

O vinil voltou. E a geração Z tem muito a ver com isso

Num mundo em que qualquer música está a um toque de distância, colocar um disco para tocar virou outra forma de se relacionar com a música. E tem muita gente jovem descobrindo que ouvir também pode ser um ritual.

O vinil não voltou porque a gente deixou de ouvir música no celular. Voltou justamente no meio de uma época em que temos tudo disponível o tempo todo. Parece contraditório, mas faz sentido: quando uma canção está sempre a um clique, escolher um álbum, tirar o disco da capa e acompanhar o lado A inteiro ganha outro peso.

Os números mostram que essa volta não é só impressão de quem gosta de música. Segundo a IFPI, no relatório global de 2026, a receita dos formatos físicos cresceu 8% em 2025, e a do vinil avançou 13,7%, seu 19º ano seguido de crescimento. Ao mesmo tempo, o streaming respondeu por 69,6% da receita mundial da música gravada. Ou seja: o disco está encontrando espaço ao lado do digital, não ocupando o lugar dele.

É aí que a geração Z entra nessa conversa. Muita gente mais nova conheceu o vinil sem ter vivido a época em que ele era o formato principal. Não chega carregando a mesma nostalgia de quem guardou discos desde a juventude; chega por curiosidade, por estética, por identificação com um artista ou porque quer ter por perto um álbum que significa alguma coisa.

Um estudo qualitativo britânico com 500 pessoas de 18 a 25 anos, publicado pelo BPI em parceria com as agências Blackstar e lemontank, ajuda a entender essa relação. Para os participantes, música aparece ligada a identidade, expressão pessoal e comunidade. O estudo também aponta que formatos físicos são valorizados pela estética e pela conexão que representam entre fã e artista. Não é um retrato de toda a juventude, e nem pretende ser, mas mostra por que o álbum como objeto ainda conversa com quem cresceu cercado de telas.

A capa grande, o encarte, os créditos, a ordem das faixas: tudo isso muda a maneira de chegar a uma música. O disco pede um pouco mais de atenção e devolve uma experiência que não cabe inteira em uma playlist. Ouvir só uma faixa não tem nada de errado. Às vezes é exatamente o que a gente quer. Mas existe algo especial em seguir a sequência que o artista imaginou, sem pular para a próxima recomendação.

Também tem uma dimensão cultural muito bonita nessa descoberta. Nas lojas, feiras e encontros de música, o vinil vira assunto e ponto de partida: alguém pergunta por onde começar, outra pessoa indica um álbum, uma capa chama atenção, uma história sobre aquela gravação aparece no meio da conversa. A escuta deixa de ser só individual e cria laços em torno de cenas, gêneros e memórias diferentes.

E não precisa romantizar demais. Vinil custa mais do que ouvir uma faixa no streaming, ocupa espaço, exige cuidado e não é a opção mais prática para toda hora. O charme não está em fingir que ele resolve tudo. Está em oferecer outra relação com a música: mais visual, mais tátil e, muitas vezes, mais intencional.

Os dados recentes da IFPI trazem ainda um recorte que ajuda a colocar o Brasil na conversa: a receita da música gravada no país cresceu 14,1% em 2025, enquanto o streaming continuou sendo o principal motor da região latino-americana. O relatório não diz que o vinil, sozinho, explica esse crescimento. O que ele mostra é uma cena que segue se transformando, com o digital no centro e espaço para outras formas de viver a música.

No fim, talvez a pergunta não seja se o vinil é melhor que o streaming. São experiências diferentes, e muita gente gosta justamente de ter as duas. O streaming ajuda a descobrir; o disco convida a ficar. E ver uma nova geração se aproximando desse ritual mostra que a cultura da música continua se reinventando sem perder o que sempre teve de mais forte: a capacidade de conectar pessoas.

Fontes e referências

Deixe seu comentário

Você também tem uma história com o vinil? Compartilhe sua opinião ou memória.

← Voltar para a página inicial
Os cinco integrantes dos Backstreet Boys em fotografia de divulgação
Backstreet Boys

A era Millennium ainda não terminou

Tem música que atravessa o tempo. Tem artista que consegue transformar memória em experiência. É exatamente isso que os Backstreet Boys estão fazendo agora.

A era Millennium continua viva, forte e emocionante. Mais de duas décadas depois de conquistar o mundo com músicas como I Want It That Way, Larger Than Life, Show Me the Meaning of Being Lonely e The One, os Backstreet Boys voltam a reunir fãs de diferentes gerações em uma experiência que mistura nostalgia, energia e muita música.

Em 2026, o grupo chega à Alemanha com a turnê especial Into The Millennium: Homecoming, Live in Germany. Serão dez apresentações em Düsseldorf, entre 25 de setembro e 7 de outubro, em uma celebração que carrega um significado muito especial para a história da banda.

A Alemanha foi um dos primeiros lugares onde os Backstreet Boys encontraram uma base de fãs apaixonada. Foi ali que o grupo começou a perceber que aquele sonho poderia ganhar o mundo. Por isso, o nome Homecoming representa muito mais do que uma volta ao país. Representa o retorno ao lugar onde tudo começou a fazer sentido.

O show resgata a grandiosidade da era Millennium, com coreografias, efeitos visuais, figurinos marcantes e aqueles refrões que continuam sendo cantados por milhares de pessoas. Ao mesmo tempo, mostra que os Backstreet Boys continuam atuais e conectados com o público.

É muito bonito perceber que essa história não ficou presa aos anos 1990. Ela cresceu junto com quem acompanhou a banda desde o começo e também chegou a pessoas que descobriram esses clássicos mais recentemente. Cada música carrega uma lembrança, uma fase da vida e uma sensação diferente.

É esse tipo de história que a LP TV gosta de contar. A música como memória, como encontro e como uma forma de viajar no tempo sem deixar de olhar para o presente.

Para quem sonha em viver essa experiência de perto, a BSB Cruise & Travels, página parceira da LP TV, está acompanhando essa nova fase e pode ajudar com informações sobre viagens para os shows na Alemanha.

Fontes e referências

Deixe seu comentário

Compartilhe sua opinião, memória ou reação sobre esta matéria.

← Voltar para a página inicial
Madonna durante a apresentação no VMA
Madonna

Madonna leva sete prêmios no VMA — e eu estava pronto para este momento

Madonna voltou ao palco do VMA depois de 23 anos, venceu sete prêmios e transformou a noite em mais um capítulo inesquecível da história do pop.

O VMA 2026 começou do jeito que a gente gosta: com Madonna no centro das atenções. Depois de 23 anos longe do palco da premiação, a Rainha do Pop voltou para uma noite que acabou sendo muito maior do que eu imaginava — ela saiu de lá com sete prêmios.

Um deles foi Melhor Colaboração, por Bring Your Love, parceria com Sabrina Carpenter. Ver as duas dividindo esse reconhecimento foi daqueles momentos que fazem a gente lembrar por que o pop continua tão emocionante: ele aproxima gerações e transforma uma música em acontecimento.

E não foi só esse prêmio. Madonna também venceu Artista do Ano, Melhor Dance, Melhor Cinematografia, Melhor Coreografia e Melhor Vídeo de Longa Duração por Confessions II - The Film, além de Melhor Álbum por Confessions II. Sete prêmios numa noite só! A lista oficial de vencedores confirma cada vitória.

Eu estava assistindo a tudo com meu marido, Tiarle Caneva, e preciso dizer que preparei um ambiente à altura do momento. Luz baixa, clima especial, bebida na mão e, sim, um véu. Porque, se era para assistir à Madonna vencendo o VMA e entregando o trecho final de Bring Your Love, eu não poderia simplesmente sentar no sofá como se fosse um domingo qualquer. Tiarle acompanhou tudo ao meu lado enquanto eu incorporava a noiva oficial da noite pop.

Foi engraçado, exagerado e absolutamente necessário. Eu queria sentir aquele momento por inteiro. Queria ver Madonna, ouvir a música, acompanhar a reação, comemorar o prêmio e guardar a memória de estar ali, em casa, vivendo uma noite que parecia ter sido montada especialmente para quem ama a história da música.

Eu me tornei fã da Madonna aos 13 anos, justamente na época de American Life. Desde então, acompanho cada fase, cada reinvenção e cada capítulo dessa artista que nunca aceitou ficar presa ao que esperavam dela. Por isso, assistir à Madonna voltando ao VMA, vencendo sete prêmios e dividindo uma vitória com Sabrina Carpenter foi uma felicidade difícil de explicar.

Madonna continua mostrando que idade nenhuma diminui potência, criatividade, sensualidade, inteligência ou relevância. Ela não voltou para repetir o passado. Voltou, foi reconhecida em várias frentes e provou que ainda consegue criar um momento novo, conversar com uma geração mais jovem e fazer quem acompanha sua trajetória há décadas se sentir diante de algo histórico.

Eu preparei uma sala para ver um show. Terminei vivendo uma pequena cerimônia particular, com direito a produção, emoção e uma dose generosa de drama. E, sinceramente, é exatamente assim que a música deve ser: capaz de transformar uma noite comum em uma lembrança que a gente vai contar muitas vezes.

Assista ao trecho final de Bring Your Love no Instagram e veja o momento que me fez preparar todo esse espetáculo em casa:

Assistir à performance no Instagram ↗

Continue nessa era

Assista ao filme The Confessions II

E para continuar mergulhado nesse universo, deixo aqui o filme The Confessions II. Dá o play e depois me conta o que achou!

Assistir no YouTube ↗

Fontes e referências

As memórias, a coleção e as experiências pessoais narradas nesta matéria são relatos de Luã Palácio. As interpretações artísticas expressam a visão do autor.

Deixe seu comentário

Compartilhe sua opinião, memória ou reação sobre esta matéria.

← Voltar para a página inicial
Madonna com dançarinos em cena da era Confessions
Madonna

No VMA 2026: a era Confessions está de volta

Falar sobre Madonna nunca é simplesmente falar sobre uma artista. Para mim, é falar sobre uma parte muito importante da minha própria história, sobre memória, descoberta, coleção e paixão pela música.

Eu me tornei fã da Madonna aos 13 anos, justamente na época de American Life. Foi ali que comecei a entender a força de uma artista que nunca teve medo de se reinventar, provocar, experimentar e transformar cada fase da carreira em um acontecimento.

Por isso, ver Madonna no VMA 2026 não é imaginar uma artista tentando voltar a uma fase que já passou. É acompanhar uma era de sucesso acontecendo agora, diante dos nossos olhos. Ela está mostrando mais uma vez que continua à frente do seu tempo, reunindo luzes, dança, batidas eletrônicas, brilho, atitude e aquela capacidade única de transformar o palco em um universo próprio.

Eu lembro de quando ia para a Refúgius Mega Danceteria, em Porto Alegre, e começava a tocar Hung Up. Era o momento de esquecer qualquer vergonha e ir direto para o “queijinho”, entregando tudo na coreografia, mesmo que a coordenação motora nem sempre estivesse exatamente no mesmo ritmo da música. Madonna fazia a pista inteira dançar, e eu estava lá, cumprindo meu papel histórico.

E o mais impressionante é que Madonna, mesmo chegando aos quase 70 anos, continua sendo, para mim, a maior cantora pop de todos os tempos. Ela está quebrando mais um tabu, desta vez o etarismo, mostrando que idade nenhuma é capaz de diminuir a potência, a criatividade, a sensualidade, a inteligência e a relevância de uma artista que segue comandando a própria narrativa.

A proposta visual desta era passeia pelo azul intenso, pelos reflexos metálicos, pelo brilho futurista e pela presença de dançarinos que ajudam a construir uma apresentação grandiosa. Madonna aparece no centro de tudo, conduzindo a narrativa com segurança, elegância e a mesma força de quem sempre entendeu que a música também pode ser imagem, conceito e performance.

Para mim, acompanhar Madonna também sempre esteve ligado ao ato de colecionar. Eu tenho todos os álbuns e coletâneas da artista em CD. Em LP, minha coleção está praticamente completa, faltando apenas Hard Candy e MDNA em vinil. Cada disco tem um significado, uma lembrança e uma fase que me acompanha há muitos anos.

E a coleção não para nos discos. Também reúno livros, revistas e pôsteres da Madonna. São materiais que ajudam a contar a história de uma artista que atravessou décadas sem perder a capacidade de surpreender. Olhar para essa coleção é como revisitar diferentes momentos da cultura pop e, ao mesmo tempo, reencontrar partes da minha própria trajetória como fã.

É por isso que uma nova aparição de Madonna em um palco como o VMA desperta tanta emoção. Não é apenas uma cantora retornando a uma premiação. É a maior estrela pop de todos os tempos provando, mais uma vez, que ainda tem muito a dizer, muito a dançar e muito a provocar. É uma artista que continua movimentando conversas, referências, memórias e desejos, quebrando tabus e fazendo o mundo olhar para ela.

A LP TV gosta de contar histórias assim, conectando o que aconteceu no passado com o que continua vivo no presente. E falar de Madonna é falar sobre uma história que nunca parou de dançar.

Fontes e referências

As memórias, a coleção e as experiências pessoais narradas nesta matéria são relatos de Luã Palácio. As interpretações artísticas expressam a visão do autor.

Deixe seu comentário

Compartilhe sua opinião, memória ou reação sobre esta matéria.

← Voltar para a página inicial

Acompanhe o canal

links oficiais

Páginas parceiras

acompanhe também

Acompanhe outras histórias

música e Top 10

Madonna no VMA 2026

O palco é dela. Confira a performance de Madonna no VMA 2026, com a energia, a dança e a presença que fazem de cada apresentação um acontecimento.

Dua Lipa: Training Season ao vivo no México

Training Season ganha outra dimensão no palco. Confira Dua Lipa em uma apresentação do projeto Live From Mexico, com a pulsação de uma música feita para dançar.

Sabrina Carpenter no Grammy 2025

Dois refrões que marcaram uma era do pop. Sabrina Carpenter leva Espresso e Please Please Please ao palco do Grammy 2025, numa apresentação para rever e cantar junto.

Chappell Roan: Pink Pony Club no Grammy 2025

Pink Pony Club tem aquele refrão que pede uma plateia inteira cantando. Confira Chappell Roan apresentando a música no Grammy 2025 e levando seu universo pop para o palco.

Lady Gaga: Abracadabra no Grammy 2026

Abracadabra encontra o palco do Grammy 2026. Lady Gaga apresenta a música da era Mayhem com a intensidade de quem sabe transformar uma canção em espetáculo.

RAYE no VMA 2026

RAYE leva I Will Overcome e Where Is My Husband! ao palco do VMA 2026. Duas músicas para conhecer de perto a voz e a presença da cantora.

ROSALÍA e Björk: Berghain no BRIT Awards 2026

O universo de Berghain chega ao palco do BRIT Awards 2026. Confira o encontro de ROSALÍA e Björk nesta apresentação.

Shawn Mendes: Treat You Better ao vivo em Nova York

Um dos refrões mais conhecidos de Shawn Mendes, agora ao vivo em Nova York. Confira Treat You Better numa apresentação que convida a cantar desde a primeira frase.

Benson Boone: Beautiful Things no Grammy 2025

Beautiful Things é daquelas músicas que começam e já puxam a gente para o refrão. Confira Benson Boone apresentando o sucesso no palco do Grammy 2025.

Linkin Park: In the End ao vivo em São Paulo

In the End atravessou gerações e continua encontrando novas vozes para cantar junto. Confira o Linkin Park apresentando a música ao vivo em São Paulo.

Justin Timberlake no VMA 2013: parte 1

Justin Timberlake revisita sua trajetória na apresentação do Video Vanguard Award no VMA 2013. Confira a primeira parte desse encontro com músicas que marcaram o pop.

Justin Timberlake: Mirrors ao vivo

Mirrors é daquelas músicas que vão crescendo até tomar conta do palco. Confira Justin Timberlake ao vivo com um dos grandes refrões de sua carreira.

Backstreet Boys: I Want It That Way ao vivo

Basta começar I Want It That Way para a memória fazer o resto. Os Backstreet Boys levam ao palco um clássico da era Millennium que continua reunindo gerações.

Backstreet Boys: Everybody ao vivo no iHeartRadio

Everybody (Backstreet’s Back) é um convite para entrar no clima dos Backstreet Boys. Confira a apresentação no Honda Stage, no iHeartRadio Theater de Los Angeles.

Tina Turner: The Best

Tina Turner toma conta do palco em Arnhem, na Holanda. The Best ganha aquela energia que faz a plateia cantar junto desde o primeiro refrão.

Whitney Houston: I Have Nothing

Em Durban, na África do Sul, Whitney Houston canta I Have Nothing. Uma voz, uma balada e uma interpretação que vale ouvir com atenção.

Mariah Carey: My All

Mariah Carey leva My All ao VH1 Divas Live de 1998. A canção encontra no palco o espaço para cada frase, cada pausa e cada nota.

As divas: (You Make Me Feel Like) A Natural Woman

Aretha Franklin, Carole King, Céline Dion, Mariah Carey, Gloria Estefan e Shania Twain dividem o palco no Divas Live de 1998. Um encontro para rever sem pressa.

Cher: Believe

No Divas Live de 2002, Cher apresenta Believe. O refrão chega e fica difícil não entrar no clima.

Shania Twain: You’re Still the One

Shania Twain apresenta You’re Still the One no VH1 Divas Live de 1998. Um daqueles momentos em que uma canção conhecida merece ser ouvida de novo.

Destaques no YouTube

assista completo
Halloween 2026

Neste ano, o especial é do Jason.

Jason entra em cena no Halloween da LP TV. Os trechos estão organizados por filme, com uma sequência própria para cada título. Role a página para assistir. Os vídeos começam automaticamente sem som. Ative o áudio no player.

Sexta-Feira 13 – Bem-Vindo a Crystal Lake

Os novos trechos dessa sequência no especial do Jason. Filme exibido no Disney+.

Parte 1 · 1 minuto e 53 segundos

Sexta-Feira 13 – Bem-Vindo a Crystal Lake

Parte 2 · 1 minuto e 46 segundos

Sexta-Feira 13 – Bem-Vindo a Crystal Lake

Parte 3 · 2 minutos e 57 segundos

Sexta-Feira 13 – Bem-Vindo a Crystal Lake

Sexta-feira 13 – Parte 7: A Matança Continua

As quatro partes da sequência original do especial.

Parte 1 · 45 segundos

Sexta-feira 13 – Parte 7: A Matança Continua

Parte 2 · 1 minuto

Sexta-feira 13 – Parte 7: A Matança Continua

Parte 3 · 48 segundos

Sexta-feira 13 – Parte 7: A Matança Continua

Parte 4 · 1 minuto

Sexta-feira 13 – Parte 7: A Matança Continua

Treze destinos para conhecer pelas paisagens, pela cultura e pela mesa. Abra cada matéria para ver atrações, dicas e referências de orçamento.

Rio de Janeiro: a viagem fica melhor quando sobra tempo para viver a cidade
Turismo · Brasil

Rio de Janeiro: a viagem fica melhor quando sobra tempo para viver a cidade

Rio de Janeiro: Praia, paisagem e cultura dividem o roteiro. O segredo é escolher o que importa e evitar atravessar a cidade o dia inteiro.

Leia a matéria
São Paulo: uma cidade para conhecer pela arte, pela música e pela mesa
Turismo · Brasil

São Paulo: uma cidade para conhecer pela arte, pela música e pela mesa de cada restaurante

São Paulo: Museus, bairros e gastronomia fazem da capital uma viagem que pode mudar de assunto a cada dia.

Leia a matéria
João Pessoa: praia e história no mesmo roteiro, com espaço para desacelerar
Turismo · Brasil

João Pessoa: praia e história no mesmo roteiro, com espaço para desacelerar

João Pessoa: A capital paraibana combina orla, patrimônio e comida regional. Cinco dias permitem conhecer sem correr.

Leia a matéria
Porto de Galinhas
Turismo · Brasil

Porto de Galinhas: a maré faz parte do roteiro e do planejamento

Piscinas naturais e praias estão no centro da viagem. Escolher bem a hospedagem e o transporte evita gastos que passam despercebidos.

Leia a matéria
Maceió
Turismo · Brasil

Maceió: o mar chama, mas a cidade também merece entrar na viagem

Praias urbanas, artesanato e sabores alagoanos ajudam a montar um roteiro que vai além de excursões.

Leia a matéria
Salvador em três dias: uma viagem entre o som da rua, o dendê e o mar
Turismo · Brasil

Salvador em três dias: uma viagem entre o som da rua, o dendê e o mar

Salvador em três dias: História, praia e comida baiana dividem o roteiro. A ideia é conhecer cada região com tempo para viver a cidade.

Leia a matéria
Estufa do Jardim Botânico de Curitiba
Turismo · Brasil

Curitiba em três dias: parques, arte e boas pausas pelo caminho

Um roteiro de parques, museus e mercados para descobrir Curitiba sem transformar a viagem numa maratona.

Leia a matéria
Vista panorâmica das Cataratas do Iguaçu
Turismo · Brasil

Foz do Iguaçu em três dias: as Cataratas são só o começo

Natureza e engenharia se encontram em um roteiro de três dias, com tempo para aproveitar cada passeio.

Leia a matéria
Roma
Turismo · Exterior

Roma: entre ruínas, fontes e uma mesa que conta histórias

A capital italiana pede caminhada, reservas bem escolhidas e tempo para apreciar o que aparece pelo caminho.

Leia a matéria
Paris: os clássicos merecem a visita, as pausas fazem a viagem
Turismo · Exterior

Paris: os clássicos merecem a visita, as pausas fazem a viagem

Paris: Torre Eiffel, museus e bairros entram no roteiro. Caminhar e comer bem também precisam de espaço na agenda.

Leia a matéria
Buenos Aires: uma viagem de cafés, livrarias e bairros com personalidade
Turismo · Exterior

Buenos Aires: uma viagem de cafés, livrarias e bairros com personalidade

Buenos Aires: A capital argentina combina cultura e gastronomia, mas os custos pedem uma pesquisa atualizada.

Leia a matéria
Santiago
Turismo · Exterior

Santiago: uma capital para ver do alto e conhecer caminhando

Cerros, bairros e comida chilena formam uma boa primeira viagem. Montanha e neve precisam de planejamento separado.

Leia a matéria
Lisboa: miradouros, fado e uma viagem que também acontece à mesa
Turismo · Exterior

Lisboa: miradouros, fado e uma viagem que também acontece à mesa

Lisboa: Alfama, Belém e a paisagem do Tejo ajudam a montar um roteiro de cinco dias sem transformar tudo em correria.

Leia a matéria
Amazon Afiliados

Links de afiliado Amazon. Como associado da Amazon, eu recebo por compras qualificadas. Confira a edição, o preço e a disponibilidade na Amazon.

Especial · Madonna

Madonna, era por era: as músicas que mudaram a história do pop

Os 15 álbuns de estúdio da Madonna, dos primeiros discos a Confessions II, com fotos de cada era, clipes e Spotify.

Madonna na arte oficial de Confessions II
Madonna na arte oficial de Confessions II. Origem da imagem

Qual Madonna entrou primeiro na tua vida? A da pista dos anos 1980, a de Ray of Light, a de Confessions ou a que segue criando agora? A resposta muda, mas os discos contam uma história de reinvenção. Aqui a gente atravessa quinze discos de estúdio dessa trajetória com música, imagem e contexto.

Madonna (1983): a pista como ponto de partida

Holiday e Borderline mostraram uma artista capaz de transformar a pista em linguagem pop. Antes de cada reinvenção, havia ali uma cantora aprendendo a ocupar o centro da própria história. O primeiro disco já fazia dançar, mas também anunciava a personalidade que viria a mover as próximas décadas.

Madonna em fotografia de Richard Corman de 1983
Madonna em fotografia de Richard Corman de 1983. Ver origem da imagem

Ouvir Madonna no Spotify ↗

Borderline, no canal oficial de Madonna · Abrir no YouTube

Like a Virgin (1984): imagem, desejo e provocação

Com Like a Virgin e Material Girl, Madonna passou a discutir desejo e identidade diante de um público cada vez maior. Roupa, clipe e performance viraram partes da canção. O que parecia apenas uma estética de época abriu espaço para ela controlar a narrativa sobre quem era.

Madonna em 1984 na fase Like a Virgin
Madonna em 1984 na fase Like a Virgin. Ver origem da imagem

Ouvir Like a Virgin no Spotify ↗

Like a Virgin, no canal oficial de Madonna · Abrir no YouTube

True Blue (1986): a voz chega mais longe

Em True Blue, a Madonna abriu a porta para histórias ainda maiores. Papa Don’t Preach, Open Your Heart e La Isla Bonita mostram caminhos diferentes no mesmo disco: uma escolha difícil, uma pista cheia de desejo e um encontro com outras sonoridades. A fotografia de Herb Ritts ajuda a reconhecer a elegância dessa fase antes mesmo de dar o play.

Madonna em retrato de Herb Ritts, 1986, na era True Blue.
Madonna em retrato de Herb Ritts, 1986, na era True Blue. Ver origem da imagem

Ouvir True Blue no Spotify ↗

Papa Don’t Preach, no canal oficial da Madonna · Abrir no YouTube

Like a Prayer (1989): quando o pop também confronta

Like a Prayer aproximou fé, família e conflitos pessoais de uma produção grandiosa. O clipe da faixa-título provocou debate e fez da imagem uma continuação da música. Entre refrões enormes e temas íntimos, Madonna mostrou que sucesso popular podia conviver com risco artístico.

Madonna na fase Like a Prayer de 1989
Madonna na fase Like a Prayer de 1989. Ver origem da imagem

Ouvir Like a Prayer no Spotify ↗

Like a Prayer, no canal oficial de Madonna · Abrir no YouTube

Erotica (1992): a liberdade de provocar

No início dos anos 1990, Erotica recusou o conforto de repetir uma fórmula. Música e personagem conversaram com sexualidade, poder e exposição pública. É um álbum que convida a ouvir além da polêmica: a batida, a interpretação e as perguntas que Madonna fazia sobre desejo continuam no centro.

Madonna na era Erotica de 1992
Madonna na era Erotica de 1992. Ver origem da imagem

Ouvir Erotica no Spotify ↗

Erotica, no canal oficial de Madonna · Abrir no YouTube

Bedtime Stories (1994): mudar também pode ser desacelerar

Depois de Erotica, Bedtime Stories traz outra temperatura. Secret e Take a Bow deixam mais espaço para a intimidade e o R&B, enquanto o clipe de Bedtime Story transforma a canção em um sonho visual. É uma Madonna que segue experimentando sem repetir a provocação do disco anterior.

Madonna em retrato da era Bedtime Stories, 1994.
Madonna em retrato da era Bedtime Stories, 1994. Ver origem da imagem

Ouvir Bedtime Stories no Spotify ↗

Bedtime Story, no canal oficial da Madonna · Abrir no YouTube

Ray of Light (1998): outra maneira de iluminar o pop

Com produção eletrônica e letras voltadas à transformação pessoal, Ray of Light abriu uma fase de curiosidade sonora. A faixa-título acelera como se o mundo inteiro estivesse passando diante dos olhos. Madonna encontrou novos sons sem perder a habilidade de fazer uma música íntima alcançar muita gente.

Madonna na era Ray of Light de 1998
Madonna na era Ray of Light de 1998. Ver origem da imagem

Ouvir Ray of Light no Spotify ↗

Ray of Light, no canal oficial de Madonna · Abrir no YouTube

Music (2000): o próximo movimento

Music levou a experimentação eletrônica para uma festa de outra cor. Ao lado de Mirwais, Madonna misturou humor, batidas e a certeza de que a pista continuava aberta. A canção-título parecia resumir seu método: mudar de roupa e de som, mas nunca perder a vontade de reunir pessoas pela música.

Madonna na era Music de 2000
Madonna na era Music de 2000. Ver origem da imagem

Ouvir Music no Spotify ↗

Music, no canal oficial de Madonna · Abrir no YouTube

American Life (2003): olhar para o mundo e para si

American Life interrompe a festa para fazer perguntas. A faixa-título, Hollywood e Nothing Fails observam fama, consumo e a vida por trás das aparências. Na imagem dessa era, a estética militar acompanha o tom do disco. Voltar a ele hoje ajuda a entender o caminho entre Music e a pista de Confessions.

Madonna em fotografia de Craig McDean para a era American Life, 2003.
Madonna em fotografia de Craig McDean para a era American Life, 2003. Ver origem da imagem

Ouvir American Life no Spotify ↗

American Life, no canal oficial da Madonna · Abrir no YouTube

Confessions on a Dance Floor (2005): uma noite inteira em movimento

As faixas se encadeiam como uma noite de clube, e Hung Up transforma essa ideia em convite imediato. Com Stuart Price, Madonna criou um disco que olha para a dança como celebração e também como fuga. É a era que ainda ecoa no Canal 2 da LP TV e ganhou uma nova conversa com Confessions II.

Madonna na era Confessions on a Dance Floor de 2005
Madonna na era Confessions on a Dance Floor de 2005. Ver origem da imagem

Ouvir Confessions on a Dance Floor no Spotify ↗

Hung Up, no canal oficial de Madonna · Abrir no YouTube

Hard Candy (2008): outra batida para a pista

Depois da sequência dançante de Confessions, Hard Candy muda o pulso. Em parceria com Timbaland, Justin Timberlake e Pharrell Williams, Madonna encontra ritmos de pop, R&B e hip-hop para continuar dançando. O clipe de 4 Minutes resume bem a urgência dessa fase, enquanto a imagem promocional traz o cenário de boxe que marcou a era.

Madonna em fotografia da era Hard Candy, 2008.
Madonna em fotografia da era Hard Candy, 2008. Ver origem da imagem

Ouvir Hard Candy no Spotify ↗

4 Minutes, no canal oficial da Madonna · Abrir no YouTube

MDNA (2012): energia de arena e novas tensões

Em MDNA, a eletrônica encontra a escala dos grandes palcos. Girl Gone Wild abre o álbum com urgência, enquanto outras canções alternam provocação e vulnerabilidade. Para quem acompanhou essa turnê em Porto Alegre, como eu, essa fase também tem a memória concreta do show e da multidão.

Madonna em foto promocional da era MDNA de 2012
Madonna em foto promocional da era MDNA de 2012. Ver origem da imagem

Ouvir MDNA no Spotify ↗

Girl Gone Wild, no canal oficial de Madonna · Abrir no YouTube

Rebel Heart (2015): força e vulnerabilidade na mesma imagem

Rebel Heart reúne a Madonna que quer provocar e a que deixa as emoções à mostra. Living for Love fala de se reerguer, Ghosttown encontra afeto em meio ao caos e Bitch I’m Madonna devolve a ironia à pista. A fotografia dessa fase combina com o contraste entre confiança e exposição que atravessa o álbum.

Madonna em fotografia da era Rebel Heart, 2015.
Madonna em fotografia da era Rebel Heart, 2015. Ver origem da imagem

Ouvir Rebel Heart no Spotify ↗

Living for Love, no canal oficial da Madonna · Abrir no YouTube

Madame X (2019): muitas vozes, uma artista

Madame X reuniu referências de diferentes lugares, idiomas e ritmos. God Control mostra como a música de Madonna ainda podia assumir uma posição e incomodar. O álbum pede atenção a cada mudança de cenário: em vez de uma única personagem, encontramos várias maneiras de olhar para o mundo.

Madonna em foto promocional de Madame X de 2019
Madonna em foto promocional de Madame X de 2019. Ver origem da imagem

Ouvir Madame X no Spotify ↗

God Control, no canal oficial de Madonna · Abrir no YouTube

Confessions II (2026): a pista volta a chamar

Duas décadas depois de Confessions on a Dance Floor, Madonna retomou a colaboração com Stuart Price. Confessions II traz uma nova fase, com participações como Sabrina Carpenter em Bring Your Love. É uma continuidade que conversa com o passado sem pedir para a gente ficar parado nele.

Madonna em foto oficial da fase Confessions II de 2026
Madonna em foto oficial da fase Confessions II de 2026. Ver origem da imagem

Ouvir Confessions II no Spotify ↗

Bring Your Love, no canal oficial de Madonna · Abrir no YouTube

E tu, em qual era conheceu a Madonna? Escolhe um disco, ouve de novo e vê como uma fase conversa com a outra.

Referências